domingo, 21 de junho de 2026

O final, sem glamour, das carruagens do Central Park!

      

Official Website of the New York City Department of Parks & Recreation

   As carruagens puxadas a cavalo, que atendem os turistas no Central Park, em Nova York, estão com seus dias contados.

   Neste mês de junho, duas tragédias são prenúncio do fim: 

   1) Na primeira semana do mês, um cavalo de 16 anos de idade, o Denyz, desmaiou na parte oeste, exausto pelo serviço de puxar a carruagem, agonizou na pista e morreu minutos depois. 

   2) Na terceira semana, um motorista de carruagem desceu para tirar uma foto dos passageiros, uma família de indianos, mas o cavalo se assustou e saiu em disparada. Em uma curva fechada, a cabine tombou para o lado esquerdo e se despedaçou no chão. O filho adolescente morreu no acidente. 

  As autoridades anunciaram a suspensão dos passeios, mas o debate pelo fim definitivo do uso dos cavalos ganhou as ruas.

    Os animais estão sofrendo? O que ocorre com eles no Park?  

  As entidades de proteção aos direitos dos animais aumentaram a pressão para aprovação de lei que bane todos os serviços de carruagens puxadas a cavalo da cidade de Nova York.

   É o projeto Ryder's Law que está sobre a mesa. Ele prevê a proibição de traçao animal, propõe alternativas para os passeios turísticos, como uso de veículos elétricos, e recomenda o envio de cerca de 200 cavalos para a aposentadoria em um santuário para equinos dos Estados Unidos.

   A morte do jovem indiano Romanch Mahajan foi a gota de água. 

  O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, anunciou  apoio à lei que liberta os cavalos dessa exploração. 

   Única exigência de Mamdani é de que sejam preservados os empregos daqueles que trabalham com a atividade turística no Central Park. Vêm aí as charretes elétricas.    

    

 

  





quinta-feira, 4 de junho de 2026

Na Copa, a festa pode estressar seu pet.

 Cornetas, apitos, fogos de artifícios, gritaria de GOOOOLLLL!

 A partir do dia 13 de junho, quando a seleção brasileira entrar em campo para jogar contra o Marrocos nos Estados Unidos, cada bola na rede da turma do Carlo Ancelotti é um risco para o sossego de seu pet.

 Vamos por bandanas da seleção nos cachorrinhos e laços verde e amarelo nos gatinhos. Mas ainda não nasceu o bicho que se acostumou com a torcida brasileira!

  O bem-estar deles, inclusive dos silvestres, não acompanha o placar do time canarinho. 

 Nos comerciais da televisão e das redes sociais, os pets aparecem saltitantes ao lado da torcida. Mas aí tudo é gravação e edição, se não for IA.  

 Os cães podem até apreciar a alegria da torcida na Copa do Mundo, o cheiro do churrasco, a rua sem trânsito para as comemorações. Mas o amor pela seleção deve parar por aí! 

 Os gatos definitivamente não gostam de jogos humanos, e nem da euforia desenfreada do torcedor.

 Na hora do gol do Vinicius Júnior, do Endrick, do Raphinha, ou de qualquer outro craque do time, será um deus nos acuda no setor dos pets. 

  Os ouvidos aguçados de cães e gatos vão multiplicar dezenas de vezes o grito de Goooolllll do locutor! 

  E há o perigo de aparecer um tio querendo levantar os bichos no colo!

  Nessa hora, salgadinhos, biscoitos, pipoca, e toda sorte de comida vai estar a disposição de quem quiser pegar, e os amigos de quatro patas são ligeiros nesta jogada! 

  Driblam qualquer um até chegar ao prato da linguiça calabresa! Pode apostar!

  Portanto, é preciso organizar a torcida da Copa do Mundo para seu cãozinho e seu gatinho. Nos horários dos jogos, reserve um espaço para eles na residência, garanta privacidade. Fique atento ao entra e sai da casa ou do apartamento, para que nenhum bichano saia pela porta. Deixe água à disposição.

  Reforce na comunidade que fogos de artifício dão azar! Quem sabe, a superstição pega!

 Se a seleção brasileira for para a final, prestes a conquistar o hexacampeonato, monte uma operação de guerra para proteger seu bichinho. Ele é o seu campeão!