terça-feira, 5 de julho de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
Campanha de doação de cães e gatos da Universidade São Judas Tadeu, em São Paulo.
A doação de cães e gatos retirados das ruas ou de lixões, recolhidos em caixas abandonadas, é uma forma adequada de atender tanto às necessidades destes animais quanto às de famílias, que buscam um bichinho de estimação para criar e confortar a todos.
São laços de amizade e afetivos criados nestas campanhas de doação, mas que devem ser firmados com muita responsabilidade, já que os cuidados com cães e gatos exigem tempo, energia dos proprietários e dinheiro para alimentação, banhos e tratamentos veterinários.
São laços firmados por toda uma vida, por 10 anos, 15 anos e até mais do que isso, já que a expectativa de vida de cães e gatos em cidades como São Paulo tem aumentado bastante, graças à alimentação e aos avanços da medicina veterinária.
Neste sentido, devemos valorizar e estimular campanhas sérias de adoção de animais realizadas por cursos acadêmicos renomados como a programada para o próximo sábado, dia 21 de maio, pela faculdade de Medicina Veterinária da Universidade São Judas Tadeu (USJT).
A campanha irá ocorrer no sábado das 10h às 14h, com projetos parceiros e ONGs. Cães e gatos jovens e adultos estarão no local à espera de um novo lar.
A assessoria de imprensa desta Universidade enviou mensagem com as seguintes informações:
Todos os animais que participam da ação são castrados, vacinados e vermifugados.
Os interessados deverão preencher alguns requisitos para a liberação dos animais. É preciso:
- Ser maior de idade
- Apresentar documentos de identificação pessoal (RG)
- Receber orientações sobre a adoção e guarda responsável de animais
- Preencher o termo de responsabilidade
- Receber orientações sobre a adoção e guarda responsável de animais
- Preencher o termo de responsabilidade
Todos esses cuidados são necessários para garantir a saúde e bem-estar dos animais adotados e ainda contribuem para a diminuição do número de cães nas ruas e casos de maus-tratos.
A Universidade São Judas Tadeu está localizada na Rua Taquari, 545 - Mooca.
As pessoas que quiserem doar ração para o projeto também poderão fazê-lo em caixas localizadas próximos às tendas.
Adoção de cães e gatos
Quando: 21/05
Horário: das 10h às 14h
Quando: 21/05
Horário: das 10h às 14h
Onde: na unidade Mooca da Universidade São Judas Tadeu – Rua Taquari, 545 – Mooca, SP.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Uma homenagem artística de 1943
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| Um livro especial editado em 1943 me chegou às mãos. Com pinturas e desenhos de Alberto Apfel e curta apresentação de Guilherme de Almeida. Vejam a capa do livro. |
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Tratado de Medicina Interna de Cães e Gatos é premiado no Jabuti 2015
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| Os autores (a partir da esq.): Márcia Mery Kogika, João Pedro de Andrade Neto e Márcia Marques Jericó/Foto Divulgação Câmara Brasileira do Livro |

O livro Tratado de Medicina Interna de Cães e Gatos, dos médicos veterinários Márcia Marques Jericó, João Pedro de Andrade Neto e Márcia Mery Kogika, lançado em 2015, foi premiado na 57º edição do Prêmio Jabuti, a mais importante premiação do País criada em 1958. A premiação é organizada pela Câmara Brasileira do Livro e 27 categorias foram premiadas em 2015.
O Tratado de Medicina Interna de Cães e Gatos obteve o segundo lugar na categoria Ciências da Saúde. Essa é a primeira vez que um livro da área de Medicina Veterinária recebe o prêmio Jabuti, segundo reportagem publicada no site do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP)..
Trata-se, realmente, de um livro excepcional, que envolveu vários profissionais como Rodrigo Rabelo, Nestor Calderón, Rita de Cássia, Ana Claudia Balda, Ricardo Duarte e tantos outros.
É um livro indispensável na biblioteca de todo estudante de Medicina Veterinária e dos profissionais da área.
O resultado divulgado em dezembro de 2015
Ciências da Saúde
1º Lugar – Título: Tratado de Neuropsiquiatria Neurologia Cognitiva e do Comportamento e Neuropsicologia – Autor: Leonardo Caixeta –Editora: Editora Atheneu
2º Lugar – Título: Tratado de Medicina Interna de Cães e Gatos – Autor: Márcia Marques Jericó, João Pedro de Andrade Neto e Márcia Mery Kogika – Editora: Roca
3º Lugar – Título: Atualização em Hemorragia Digestiva: Novos Conceitos na sua Fisiopatologia, Diagnóstico e Tratamento – Autor:Bruno Zilberstein, Flair José Carrilho, Ivan Cecconello e Luiz Augusto Carneiro D’albuquerque – Editora: Editora Atheneu
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Rio Doce: uma tragédia anunciada do mar de lama.
domingo, 1 de novembro de 2015
IV Simpósio em Saúde Ambiental: lições da crise de água e energia podem contribuir para um mundo melhor.
No segundo dia de palestras e debates do IV Simpósio em Saúde Ambiental do Programa de Mestrado Profissional em Saúde Ambiental da FMU - Água e Energia, discutiu-se a herança que o País vai deixar para as futuras gerações. Mas nem tudo teve cores pessimistas. Foi ressaltado que é possível tirar das crises lições e avançar na direção de um mundo melhor.
Confira abaixo os debates realizados na sexta-feira, dia 30 de outubro de 2015, no prédio da Faculdade de Medicina Veterinária da FMU, na rua Ministro Nelson Hungria.
Reportagem e fotos de Ricardo Osman
Os economistas costumam dizer que mesmo nas crises
surgem oportunidades de negócios e graças ao espírito empreendedor soluções
antes inimagináveis são postas na mesa. Os especialistas reunidos no segundo
dia do IV Simpósio em Saúde Ambiental do Programa de Mestrado Profissional em
Saúde Ambiental da FMU também discutiram e apresentaram um legado positivo da
atual crise de água e energia que enfrenta o Brasil.
“Aprendemos que a água é finita, e que o ar pode ser
finito. Aprendemos a economizar água. Os governos perceberam a fraqueza do sistema
e os Ministérios Públicos Federal e Estadual estão mais eficazes em suas atuações”,
disse Alessandro Luiz Oliveira Azzoni, diretor da Opzione Fomento Mercantil e integrante
do Conselho de Meio Ambiente da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da
cidade de São Paulo, o primeiro palestrante do segundo dia do IV Simpósio, que
ocorreu na sexta-feira, dia 30 de outubro, em espaço da Faculdade de Medicina
Veterinária da FMU, campus Ponte Estaiada. “Acredito que não retornaremos mais
ao consumo anterior e as Agências Reguladoras estão mais atentas. Temos de
tirar proveito da crise sim. Se não fizermos nada a água e a energia podem
acabar.” A palestra de Azzoni tratou justamente da “Crise hídrica: seus efeitos
e seu legado”.
| Coordenadora da Faculdade de Medicina Veterinária, professora Ana Cláudia Balda, abre o segundo dia do IV Simpósio em Saúde Ambiental da FMU |
| A palestrante Fernanda Macedo |
A segunda palestrante do dia foi Fernanda Lopes Macedo, zootecnista pela Unesp e mestre em Ciência Animal e Pastagem pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP). Ela falou sobre o “Uso racional de água e de fontes alternativas de energia na bovinocultura leiteira.” Mas chamou atenção em sua palestra o esforço necessário para que uma nova consciência sobre o uso de água e energia se difunda entre pequenos e médios produtores e o papel relevante que tem a academia neste processo.
Com o debate aberto, a estudante Nicole Deguide, de
22 anos, que cursa o 5º período da Faculdade de Medicina Veterinária da FMU,
observou para todos que faltou informação à população sobre a dimensão da crise
hídrica de 2015. “A população só foi informada quando a crise chegou a um ponto
crítico. Os governos deveriam ter explicado à população o motivo da falta de água
desde o início.” Suas palavras alimentaram intenso debate sobre o papel da mídia
e a qualidade da informação fornecida por órgãos governamentais ao longo deste
ano.
O IV Simpósio tornou-se cenário da discussão da “crise
de informação” que esteve ao lado das da água e da energia – e o objetivo do
evento, “de levantar a discussão”, como ressaltou o professor Donini na
abertura, pareceu alcançado.
OS
TRABALHOS CIENTÍFICOS
| Avaliação simultânea dos trabalhos científicos apresentados para o IV Simpósio |
Depois das palestras e do debate, os participantes
do IV Simpósio em Saúde Ambiental da FMU seguiram para sala do programa de
Mestrado em Saúde Ambiental para acompanhar de perto a tarefa de revisores na
avaliação dos trabalhos científicos apresentados para o evento. Vinte e dois
trabalhos científicos, previamente aprovados do total inscrito, foram avaliados
simultaneamente por revisores diante da plateia convidada.
Os revisores puderam sentar ao lado dos autores dos
trabalhos científicos e, diante de computadores, conhecer o texto dos estudos e
receber explicações na hora da avaliação. Foram dadas notas para vários
aspectos dos 22 trabalhos científicos e quatro serão indicados como os melhores,
os vencedores do IV Simpósio, após a contagem dos pontos, o que deve ocorrer
nos próximos dias.
| Autora de trabalho científico (à esq.) apresenta o estudo aos revisores do IV Simpósio |
Todos os 22 trabalhos científicos previamente
aprovados serão publicados como anais na revista científica eletrônica Atas de Saúde Ambiental – ASA, conforme
informou a professora Andrea Roberto Bueno Ribeiro, coordenadora deste processo
de seleção e avaliação e editora da revista eletrônica ASA. Desta forma, os trabalhos científicos apresentados para o IV
Simpósio em Saúde Ambiental do Programa de Mestrado Profissional em Saúde
Ambiental da FMU poderão ser conhecidos facilmente por todos.
O endereço eletrônico da revista ASA é: http://revistaseletronicas.fmu.br/index.php/ASA/index
|
Pesquisa:
“Detecção de Circovírus suíno 2
(PCV2) por reação em cadeia pela polimerase (PCR) nas fezes e baia de suínos
em granja sem vacinação”
|
Autores:
Alessandra Barone Briani Fernandes;
Carlos Henrique Quarello de Moraes; Elmar de Azevedo Alvarenga; Fernanda
Rodrigues da Silveira; Suzana Cristina Quintanilha ; Alessandra M. M. Gomes
de Castro e Flávio Baldisseri Jr.
|
|
Pesquisa:
“Caprinocultura leiteira: aspectos
econômicos e avaliação de atratividade do negócio”
|
Autores:
Gilmar de Oliveira
Pinheiro; Erico da Silva Lima; Vitória Souza de Oliveira Nascimento
|
|
Revisão Bibliográfica:
“Coliformes termotolerantes: Bioindicadores da
qualidade da água destinada ao consumo”
|
Autores:
José Alexandre de
Oliveira; Maria Claudia H.G dos Santos; Nair Massumi Itaya; Ricardo Moreira
Calil
|
|
Revisão Bibliográfica:
“Agroecologia como
ferramenta de sustentabilidade nas pastagens”
|
Autores:
Tiago Neves Pereira
Valente; Erico da Silva Lima; Crislen
Adrielle Luz Sobrinho; Vitória Gallo Borges de Lima; Sandro de Castro
Santos
|
O
periódico Atas de Saúde Ambiental - ASA, ISSN 2357-7614, é uma iniciativa do corpo
docente do Curso de Mestrado Profissional em Saúde Ambiental das Faculdades
Metropolitanas Unidas – FMU, com interesse multidisciplinar nas áreas diversas
que compõem a temática central do Curso: Saúde e Ambiente. O corpo editorial da revista eletrônica é composto por renomados
pesquisadores e docentes de diversas instituições nacionais e internacionais.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
SAÚDE AMBIENTAL DO PAÍS ESTÁ NA UTI, AFIRMAM ESPECIALISTAS EM SIMPÓSIO, REALIZADO EM SP.
| Vereador Gilberto Natalini (PV) em palestra para plateia no auditório da OAB-SP |
Para salvar recursos como a água e garantir produção
de energia é preciso ação inovadora dos cidadãos e planejamento dos governos
Reportagem Ricardo Osman
Crise hídrica, de energia, rios encobertos na cidade
de São Paulo, resíduos que podem gerar energia, falta de planejamento
governamental, direito ambiental e até portos planejados para manguezal no
litoral norte paulista, foram os assuntos que fizeram parte das palestras e dos
debates do primeiro dia do IV Simpósio em Saúde Ambiental do Programa de
Mestrado Profissional em Saúde Ambiental da FMU. O evento foi realizado nesta
quinta-feira, dia 29, na sede paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),
ao lado da catedral da Sé, e lotou o auditório do 2º andar, com a presença de
mais de 100 participantes.
Nenhum tema relevante da atualidade ficou de fora e
não faltaram alertas de que a situação da cidade, do País e até do mundo exige
dos governos e cidadãos uma nova atitude. Afinal, a crise de abastecimento de água
conhecida dos paulistanos, a energia elétrica cada vez mais cara e a poluição
do meio ambiente ameaçam a atual e as futuras gerações.
O coordenador do Programa de Mestrado em Saúde
Ambiental da FMU, professor e pesquisador João Carlos Shimada Borges, ressaltou
o papel da academia, mas também de cada cidadão, nas mudanças que se fazem
necessárias para o uso dos recursos hídricos e da energia no País. “O que vamos
fazer com estas informações?”, quis saber ele. “Precisamos trabalhar na quebra
de paradigmas, vamos quebrar nossos hábitos”, acrescentou ele.
Não só de recursos escassos e outros renováveis se
limitou a análise. “Vivemos no País uma crise de respeito. A nossa história
explica que não temos consciência do que é nosso”, afirmou o professor Carlos
Donini, que abriu o IV Simpósio, pela manhã.
| Professor Ricardo Calil, segundo da esq. para direita |
O presidente da mesa no debate inicial foi o professor
Ricardo Moreira Calil e da composição fez parte o representante da Comissão de
Meio Ambiente da OAB, Juarez Eduardo de Andrade Fortes.
| Professora Marta Angela |
| Denúncia: rios enterrados vivos em São Paulo. |
“Estamos diante de uma oportunidade ímpar de
discutir situações importantes para a sociedade”, observou o professor Ricardo
Calil, presidente da mesa. “Vemos que não há planejamento para enfrentar os
problemas. Vemos somatória de equívocos e sabemos que vamos pagar uma conta enorme
por isso.” Para Calil, a juventude tem responsabilidade pelas mudanças
necessárias ao País. “A juventude precisa ver que os rios enterrados são
problemas dela também.”
| Palestrante Valquiria de Alencar |
À tarde, no último debate deste primeiro dia, a
professora e pesquisadora Renata Marques Ferreira presidiu a mesa e a
palestrante foi a professora e Doutora em Direitos Difusos e Coletivos, Gisele
Bernardo Gonçalves Hunold, que integra a Comissão Permanente do Meio Ambiente
da OAB-SP.
| Dra. Gisele Bernardo (à esq.) e professora Renata Marques Ferreira |
A Doutora Gisele Bernardo discorreu sobre o direito ambiental,
relatou casos, mas o debate esquentou quando ela observou a importância do
cidadão na defesa e vigilância do meio ambiente, ao lado de instituições como o
Ministério Público. “Quantas pessoas têm o conhecimento de que são donos e
responsáveis pelos bens ambientais?”, perguntou. Concordou que sociedade deve
ficar vigilante ao responder pergunta sobre o projeto de construção de um porto
(alguns chamam de ampliação) em São Sebastião, no litoral norte paulista, exatamente
sobre uma área de manguezal, de grande importância biológica. O projeto está
parado por decisão da Justiça, mas, segundo depoimentos, parece avançar a cada
dia no entorno de São Sebastião.
O segundo dia do IV Simpósio ocorre nesta
sexta-feira, dia 30, no campus da Faculdade de Medicina Veterinária da FMU
(Ponte Estaiada), localizado na rua Ministro Nelson Hungria, e será aberto pela
coordenadora do Curso de Medicina Veterinária da FMU, professora Ana Cláudia
Balda.
| Auditório lotado |
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