quinta-feira, 28 de março de 2013

Feliz Páscoa!


Visão privilegiada da garça/Foto de Luiz Antônio Maciel
                                 O nosso amigo e conselheiro editorial, Luiz Antônio Maciel, fez um passeio a Santos no litoral de São Paulo e nos trouxe esta foto de presente. É um presentão de Páscoa para todos os nossos leitores. A garça está sobre a capota de um carro e de olho em peixes do mercado – e não do mar. As aves são vistas nos arredores do Mercado de Peixes de Santos, localizado na Ponta da Praia. Ali, ficam atentas a uma oportunidade para filar um petisco nas bancas, aproveitando-se do descuido de funcionários. Neste período de quaresma, quando o movimento dos consumidores aumenta no local, fica mais difícil para as garças acharem uma brecha para roubar um peixe, um camarão ou uma lula. Mas com paciência vão obter o almoço de cada dia. Uma boa Páscoa para todas as garças, para todos os animais e nossos leitores!  
 

sexta-feira, 22 de março de 2013

Rastro de sangue no mercado de marfim da China

                              Uma reportagem mostra claramente a relação entre o consumo de esculturas de marfim na China e a morte dos elefantes africanos. O texto e as fotos são do The New York Times, jornal norte-americano, mas foram publicadas nesta sexta-feira no Diário do Comércio, jornal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O Diário do Comércio cedeu algumas fotos e parte do texto para este blog. Vale ler:

Loja de esculturas feitas em marfim em Pequim/
Foto de Adam Dean/The New York Times

"Investidores chineses o consagraram como "ouro branco". Escultores e colecionadores preferem o termo "pedra preciosa orgânica". Os contrabandistas, no entanto, usam, um nome terrivelmente direto para as presas recém-colhidas do elefante africano e que vão parar neste remoto posto avançado de negociação na fronteira vietnamita.
"Nós os chamamos de dentes sangrentos", disse Xing, fabricante de móveis e traficante de marfim, que é parte de um negócio sombrio que ressuscitou reivindicações pela proibição internacional total das vendas de marfim.
Para ultraje dos grupos de conservação que tentam impedir o massacre dos elefantes africanos e para o constrangimento das agências policiais chinesas, o negócio próspero do marfim de Xing é apenas uma gota no rastro de sangue que se estende da África, pelo ar, mar e terra, até os showrooms chineses e às coleções particulares.
"Os chineses têm a chave do futuro dos elefantes", declarou Iain Douglas-Hamilton, fundador da Fundação Salve os Elefantes. "Se as coisas continuarem da forma que estão, muitos países podem perder seus elefantes completamente."
Críticos afirmam que o governo chinês não está fazendo o suficiente para deter o comércio ilegal do marfim, que explodiu nos cinco anos desde que os conservacionistas e os governos concordaram com um programa de vendas limitadas de marfim com o intuito de reprimir a caça ilegal e renovar um artesanato centenário. Desde o começo, em 2012, mais de 32 mil elefantes foram mortos ilegalmente, segundo a Born Free Foundation, uma organização de proteção da fauna selvagem.
 
Uma das esculturas exibidas na China/
Foto Adam Dean/The New York Times
Exibição de uma escultura e o outdoor que mostra, na capital chinesa, a campanha em defesa da preservação dos animais. - Adam Dean/The New York Times

Conservacionistas afirmam que a maioria do marfim vendido na China, cujo preço chega a quase US$ 3 mil o quilo no mercado negro, é de origem duvidosa.
As vendas legalizadas de marfim têm sido um benefício para os escultores e agentes, que têm ajudado a fomentar a demanda por fornecimentos ainda maiores. Mas os investigadores do comércio na China afirmam que vendas exponenciais – e o incentivo à caça ilegal – podem estar ligadas à uma combinação entre a incompetência dos órgãos policiais e a corrupção oficial, especialmente entre os militares.
A única forma de salvar o elefante africano, afirmam os conservacionistas, é proibir a venda de marfim completamente.
Embora a natureza clandestina do contrabando de marfim dificulte o mapeamento completo, especialistas dizem que os elefantes africanos estão sendo abatidos ao índice mais alto em duas décadas, principalmente para satisfazer a demanda entre a crescente classe média da China. "A China claramente lidera o comércio ilegal do marfim, mais que qualquer outra nação do planeta", declarou Tom Milliken, especialista em elefantes da rede Traffic de fiscalização do comércio de animais selvagens...

quinta-feira, 21 de março de 2013

Soneca gostosa em uma rede!


Foto divulgação


              Uma empresa norte-americana lançou a Cat Crib, como é chamado o produto, que é uma rede, como as nossas brasileiras, mas para os gatos. A rede é instalada embaixo de cadeiras com quatro pernas, de qualquer tamanho e modelo, segundo o fabricante. O produto custa US$ 29 (cerca de R$ 57), segundo notícia publicada no site do Estadão. Segundo dados do jornal, no Brasil estima-se que 62% dos lares (72,9 milhões de residências) tenham pelo menos um animal de estimação. A população de gatos é estimada em 86,4 milhões de animais. Mais até do que a população de cachorros, que é calculada em 78,2 milhões. No País, somos 200 milhões de humanos.
             No Brasil, o mercado pet movimentou R$ 12,2 bilhões em 2011, segundo dados das Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Boa parte deste montante foi paga aos governos em impostos municipais, estaduais e federais.
Para saber mais: http://www.catcrib.com/
                                             

terça-feira, 19 de março de 2013

Brasil ajuda a coibir comércio internacional de tubarões

Reportagem da Agência Brasil fala da importante decisão tomada pelo governo brasileiro sobre a pesca de tubarões, em conferência internacional realizada neste mês de março.

Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Depois de uma batalha que durou dez dias, o Brasil conseguiu (no dia 14 de março de 2013) uma vitória internacional histórica, com a adesão de mais de 120 países à proposta de maior controle sobre o comércio internacional de três espécies de tubarão: martelo (hammerheads), galha-branca (oceanic whitetip) e Lamna nasus (porbeagle), além das raias-jamanta (manta rays). Os animais foram incluídos no Anexo 2 da16ª Conferência da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites), que terminou no dia 14, em Bangcoc, na Tailândia.
                Com a inclusão dessas espécies na lista de alerta da convenção, a delegação brasileira, formada por dez integrantes do governo ligados à área ambiental e de relações internacionais e especialistas de universidades, conquistou um dos acordos ambientais mais importantes da conferência.
               “Os aspectos de conservação e de uso sustentável de tubarões e raias no nível internacional nessa Conferência das Partes é imensurável. Para as espécies que propusemos, independentemente de qualquer medida de conservação a nível nacional, estar no Anexo 2 da Cites é absolutamente essencial, porque a maior ameaça é a pressão de pesca para produtos desses animais no comércio internacional, como o caso dos elefantes”, explicou a analista ambiental, Monica Brick Peres, gerente de Biodiversidade Aquática e Recursos Pesqueiros (GBA) da Secretaria de Biodiversidade e Floresta do Ministério do Meio Ambiente.
               Monica coordenou a elaboração das propostas no evento que reuniu, desde o dia 4 de março, delegações de mais de 170 nações que se debruçaram sobre o futuro de espécies ameaçadas ou sob risco de extinção.
              No Brasil, o governo publicou instrução normativa que proíbe a pesca direcionada, o armazenamento, o transporte e a comercialização do tubarão galha-branca, espécie conhecida cientificamente como Carcharhinus longimanus.
Edição: Denise Griesinger

quarta-feira, 13 de março de 2013

Francisco, o novo Papa, homenageia o protetor dos animais e da Natureza.

    A fumaça branca no Vaticano deu hoje uma boa notícia a todos os religiosos do mundo e também aos que gostam da Natureza e dos animais, e do estilo de vida simples. Isso porque o novo Papa eleito, o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, de 72 anos, um jesuíta, escolheu como nome Francisco 1.º, uma clara homenagem a São Francisco de Assis, o santo italiano protetor dos animais e da natureza, o pai inspirador do atual movimento a favor da ecologia.
     A vida e os ensinamentos de São Francisco de Assis defendem o amor por todos os seres vivos, a compreensão e o respeito universal. A imagem de São Francisco está presente em inúmeras clínicas e hospitais veterinários de todo o País e do mundo.
     O cardeal argentino é o 266º papa da história da Igreja Católica. Ele é o primeiro cardeal oriundo do continente americano a liderar a Igreja Católica.
A escolha na Capela Sistina/Foto L'Osservatore Romano

domingo, 10 de março de 2013

Neste domingo, aniversário de 2 anos deste blog!



                    Agradecemos a todos os amigos e amigas e dedicamos este aniversário de 2 anos do blog AnimaisOk a todos os seus leitores e a seus animais. Muito obrigado por sua audiência e seus comentários! Hoje temos cerca de 200 leituras por dia e a certeza de que ajudamos, com uma pequena pedrinha, a construir o muro da Educação e da Sustentabilidade no Brasil, levando informação de qualidade sobre o mundo animal e o meio ambiente a nossos leitores de todo o País.
                   Um obrigado de coração aos conselheiros editoriais Luiz Antônio Maciel e Fernando Porto por tantas sugestões nestes dois anos; ao designer Luis Carlos da Silva, pela ajuda direta dada no primeiro ano do projeto; aos colegas e professores do curso de Medicina Veterinária da FMU (campus do Morumbi), que estão na torcida; e à direção do Diário do Comércio, jornal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) – nas figuras de Rabino e José Guilherme – pelo apoio e por divulgarem o blog no site do DC.
                  A todos um forte abraço, e que Deus continue nos inspirando, por meio dos ensinamentos de São Francisco de Assis, pelos anos futuros,
                  Ricardo Osman 

quarta-feira, 6 de março de 2013

A mais nova moradora do Zoo de Berlim

A girafinha com sua mãe/Foto Divulgação Zoo de Berlin